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terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Tumba de 4.400 anos de sacerdote é descoberta em Saqqara

Visitantes entram em tumba descoberta em Saqqara, a 30 quilômetros do Cairo Foto: KHALED DESOUKI/AFP


O túmulo de um sacerdote que remonta a mais de 4.400 anos foi descoberto em Saqqara, perto do Cairo, por uma missão arqueológica egípcia, anunciaram neste sábado as autoridades do Egito.

O túmulo do sacerdote chamado "Wahtye" data da 5ª dinastia (entre 2.500 e 2.300 a.C), durante o reinado de Neferirkare, de acordo com o Ministério das Antiguidades.

A tumba está "excepcionalmente bem preservada, colorida com esculturas no interior. Ela pertence a um sacerdote de alta patente", explicou o ministro das Antiguidades, Khaled el Enany, a uma multidão de convidados.

O túmulo contém "cenas mostrando o dono da tumba com sua mãe, sua esposa e sua família, bem como vários nichos com grandes estátuas coloridas do falecido e sua família", disse o ministério em um comunicado.

Os nichos são 18 e as estátuas 24, de acordo com a mesma fonte, que especifica ainda que a parte inferior da tumba contém 26 nichos menores.


Mostafa Abdo caminha por tumba recém-descoberta em Saqqara Foto: KHALED DESOUKI / AFP


Em novembro, no mesmo sítio arqueológico em Saqqara, as autoridades egípcias revelaram a descoberta de sete túmulos, incluindo quatro que datam de mais de 6.000 anos, pela mesma missão arqueológica egípcia.

Os arqueólogos descobriram besouros e gatos mumificados.

O sítio de Saqqara, ao sul do Cairo, é uma vasta necrópole que abriga em particular a famosa pirâmide de degraus do faraó Djoser, a primeira da era faraônica.

Este monumento, construído em torno de 2.700 a.C pelo arquiteto Imhotep, é considerado um dos monumentos mais antigos da superfície do globo.

Fonte:

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Descoberta de oito múmias em Dahshur


Uma das múmias descobertas recentemente em uma pirâmide da necrópole de Dahshur, ao sul do Cairo, em foto divulgada em 28 de novembro pelo ministério de Antiguidades do Egito - Egyptian Ministry of Antiquities/AFP
O ministério de Antiguidades do Egito anunciou nesta quarta-feira (28) a descoberta de oito sarcófagos contendo cada um uma múmia em uma pirâmide da necrópole de Dahshur, ao sul do Cairo.

Escavações que começaram em agosto permitiram descobrir “sepulturas que contêm oito sarcófagos de pedra carcária com múmias em seu interior”, informou em um comunicado o secretário-geral do Conselho Supremo de Antiguidades, Mostafa Waziri.

Os oito sarcófagos se encontravam na pirâmide do rei Amenemhat II e datam do Período Tardio (entre 700 e 300 a. C.), segundo o ministério.

“As múmias estão recobertas por uma camada de cartonagem pintado em forma humana”, explicou Waziri. “Três delas se encontram em bom estado de conservação”, acrescentou.

A cartonagem é um material usado no rito funerário do Egito Antigo para cobrir as múmias.

Segundo o ministério, essas múmias serão expostas em breve nos futuros museus de Hurgada e Sharm el Sheikh, duas localidades turísticas às margens do mar Vermelho, no leste do país.

As autoridades revelaram em outubro de 2015 um ambicioso projeto denominado “Scan Pyramids”, destinado a descobrir câmaras secretas no coração das pirâmides de Gizé e Dahshur e a esclarecer por fim o mistério que ronda sua construção.

Em abril de 2017, escavações na necrópole de Dahshur permitiram aos arqueólogos descobrir as ruínas de uma pirâmide de 3.700 anos de antiguidade.
Retirado na íntegra de:

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Primeira missão arqueológica brasileira em tumba egípcia revela estátuas, múmias e sarcófagos

Matéria de Pedro Ângelo, G1 Minas — Belo Horizonte

Primeira missão arqueológica brasileira em tumba egípcia revela estátuas e múmias.

Aos 7 anos, José Roberto Pellini teve seu primeiro contato com o Egito Antigo nos livros da biblioteca de sua mãe. No próximo janeiro, cerca de 40 anos depois, o arqueólogo e professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) segue rumo à cidade egípcia de Luxor, onde vai coordenar a primeira missão arqueológica brasileira no país.

“Pra mim, particularmente, é sempre uma emoção. Eu decidi ser arqueólogo aos 7 anos exatamente por ter um contato com o Egito. Minha mãe é antropóloga e tinha muito livro de arqueologia em casa e eu travei um contato muito cedo com arqueologia e, por coincidência, com arqueologia egípcia”, contou Pellini ao G1.

A missão de escavação, restauração e conservação da Tumba Tebana 123, na margem oeste do Rio Nilo, é chamada de Projeto Amenenhet, em referência ao proprietário do local.

Professor José Roberto Pellini coordena primeira missão arqueológica brasileira no Egito — Foto: Pedro Ângelo/G1.

A pesquisa integra o Programa Arqueológico Brasileiro no Egito (Bape, na sigla em inglês), criado em 2015 na Universidade Federal de Sergipe (UFS). Em 2016, o projeto foi aprovado pelo Ministério das Antiguidades egípcio e, no ano passado, foi levado para a UFMG pelo professor Pellini, que passou a integrar o Departamento de Antropologia e Arqueologia da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (Fafich).

O arqueólogo contou que a equipe já fez algumas viagens para o Egito para os trabalhos iniciais. De acordo com Pellini, as primeiras etapas já revelaram que a tumba tem um grande potencial. Em janeiro, um grupo com especialistas brasileiros, argentinos e egípcios inicia os trabalhos de escavação.

“As limpezas que a gente fez preparando a etapa de escavação de 2019 mostrou a presença de objetos bem conservados. Pedaços grandes de estátuas, de sarcófagos. Numa das salas que a gente vai escavar esse ano tem duas múmias logo na superfície, uma estátua de Hórus quase inteira que a gente encontrou”, destacou.

Fachada da Tumba Tebana 123, no Egito — Foto: Bape/Divulgação


A coordenadora de escavação do projeto, Caroline Murta Lemos, contou que está com uma grande expectativa para a etapa do próximo ano. “A gente também fez uma limpeza superficial, porque na superfície da tumba tinha muito material, tinha muito sedimento. Então a gente fez a limpeza desses sedimentos. A gente limpou material, numerou, catalogou e acondicionou o material”, acrescentou.

O dono da tumba

Os arqueólogos vão explorar a sala anexa à câmara funerária, que tem cerca de 12 metros quadrados e pé direito de 5 metros. A Tumba Tebana 123 é de Amenenhet, sacerdote que ocupava diversos cargos, entre os quais o de contador de pães, que eram distribuídos como parte dos salários no Egito Antigo. O nobre serviu ao faraó Tutmosis III, da 18ª Dinastia, por volta de 1.600 a.C.

Cena do nobre Amenenhet caçando — Foto: Bape/Divulgação.

Em formato de T, a tumba tem 25 x 3 metros de frente e um corredor principal de 50 x 3 metros. Segundo professor José Roberto Pellini, trata-se de uma tumba clássica da 18ª Dinastia, que tem a estátua do morto no final do corredor e salas que reúnem seus bens.

“Ele provavelmente era uma figura muito importante dentro da elite, dentro da nobreza egípcia, porque, por exemplo, o nome de Tutmósis III está gravado na tumba. A gente na tumba tem um cartucho real com o nome de Tutmósis III. Não que seja uma coisa extremamente rara, mas é uma coisa que não era tão comum assim pro período. Então ele mostrava uma certa proximidade ao faraó”, salientou Pellini.

José Pellini trabalhando na tumba, no Egito — Foto: Bape/Divulgação.

O arqueólogo explicou que Tutmósis III foi o faraó que mais expandiu as fronteiras egípcias na época. Segundo Pellini, ele foi superado somente pelo seu sucessor, Ramsés II. “O Egito nessa época é a principal nação do mundo. Nós estamos falando aí de 1.550 antes de Cristo. E o Amenenhet trabalhou dentro desse círculo de poder, aonde o Egito figurava como uma principal nação na antiguidade”.

O professor destacou que a tumba nunca foi pesquisada, mas há indícios de que comunidades da região de Kurna tenham habitado o local no século XVI. Questões como essa serão respondidas a partir do próximo janeiro. De acordo com José Pellini, a parte de arqueologia e escavação do projeto deve durar cerca de seis anos.

Ainda segundo o arqueólogo, a tumba tem uma qualidade de relevo e pintura “absolutamente excepcional”. “Ela mostra relevos, talvez, alguns dos mais bonitos que eu já vi no Egito. Embora a tumba esteja bastante danificada, precisando de restauração, os relevos são realmente especiais”, opinou o professor.


Cena de oferenda na Tumba Tebana 123, no Egito — Foto: Bape/Divulgação.

Outra cena de oferenda na Tumba Tebana 123, no Egito — Foto: Bape/Divulgação.

Novas narrativas

Além do projeto arqueológico, a equipe pretende pôr também em ação o projeto cultural, que prevê o desenvolvimento de narrativas alternativas ao discurso científico, “mostrando outras vozes que pensam e significam e retrabalham a tumba”.

“A ideia é trazer artistas tanto egípcios, como de outros países pra pensar realmente diferentes discursos. Então a ideia é trazer nesse primeiro momento pintores e artesões da área de Kurna, que é onde a tumba está localizada, para começar a pensar”, explicou o professor Pellini.

Arqueólogos almoçando na parte externa da tumba, no Egito — Foto: Bape/Divulgação.

De acordo com o arqueólogo, outra preocupação da equipe é pesquisar como as comunidades locais se relacionam com a tumba atualmente. Ainda segundo ele, depois do fim do trabalho de conservação, o objetivo é que a tumba seja aberta para o turismo.

Amadurecimento

Para o professor Pellini, a primeira missão coordenada por uma universidade brasileira representa um amadurecimento para a arqueologia no país. Segundo ele, o Egito é escavado e estudado há mais de 300 anos por países como França, Inglaterra e, mais recentemente, Estados Unidos e Japão.


“A arqueologia sul-americana tem essa preocupação com o papel social do arqueólogo, o arqueólogo enquanto agente formador de conhecimento e responsável por esse conhecimento. Nós não estamos no Egito para ensinar ninguém. Nós estamos nos Egito para cooperar e aprender também. Então há uma troca. E isso faz parte um pouco dessa arqueologia sul-americana que está chegando nesse cenário dominado por potências hegemônicas”, afirmou.

Arqueólogo fazendo análise de pintura na Tumba Tebana 123, no Egito — Foto: Bape/Divulgação.

Parte dos recursos para a pesquisa são fornecidos pela UFMG e pela Universidade Nacional de Córdoba, na Argentina. A partir de 2019, o projeto também deve contar com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig).

Com dezenas de livros sobre o Egito em sua sala, José Roberto Pellini conta que se sente emocionado com o projeto. Sorridente, a coordenadora de escavação, Caroline Murta, diz que é uma “sortuda”. Já a estudante de arqueologia Lorrana Dauari acrescenta: “estou realizando um sonho. Desde os 11, 12 anos eu sonho em ser egiptóloga”. Com apenas 20 anos, ela contribui com o projeto no Brasil e aguarda a etapa de 2020 para fazer as malas para o Egito.


Arqueólogos fazem trabalho de catalogação de materiais da Tumba Tebana 123, no Egito — Foto: Bape/Divulgação.

No site acima vc pode acompanhar um video da reportagem.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Aldeia egípcia descoberta perto do rio Nilo é anterior aos primeiros faraós



Uma aldeia egípcia que remonta a quase 7 mil anos, muito antes de os primeiros faraós chegarem ao poder, foi descoberta no delta do Nilo. É uma das mais antigas vilas encontradas até agora na região e fornecerá pistas sobre como a agricultura se desenvolveu no Egito, afirmou a equipe arqueológica franco-egípcia que descobriu a aldeia, em um comunicado divulgado pelo Ministério de Antiguidades do Egito. 

Localizada em Tell el-Samara, um sítio arqueológico a cerca de 140 quilômetros ao norte do Cairo, a vila é anterior à invenção da escrita hieroglífica — o que só aconteceu cerca de 5.200 anos atrás — e à construção das famosas pirâmides de Gizé — erguidas há cerca de 4.500 anos. Até hoje, os arqueólogos não sabem precisamente quando o Egito foi unificado pela primeira vez, ou qual faraó o unificou, mas estimam que isso teria acontecido por volta de 5.200 anos atrás. 

Os arqueólogos descobriram restos de vários prédios, bem como numerosos silos de armazenamento na aldeia. Os silos contêm uma grande quantidade de ossos de animais e restos de plantas, disse Frederic Gio, líder da equipe franco-egípcia, no comunicado. 

Eles estão atualmente analisando os ossos e plantas de animais para descobrir o que são e de quando eles datam, precisamente. Esta informação fornecerá pistas sobre quando e como a agricultura foi desenvolvida e espalhada por todo o Egito, disse Nadia Kader, chefe do Departamento Central dos Monumentos Egípcios e Greco-Romanos do Baixo Egito, Sinai e Costa Norte. 

A equipe também está analisando os restos de ferramentas de cerâmica e pedra encontrados na aldeia.

A aldeia parece ter sido habitada por muito tempo, e possivelmente até cerca de 5 mil anos atrás, disseram os arqueólogos. Outras escavações e análises podem revelar mais informações sobre por quanto tempo a aldeia ficou em uso e como ela mudou com o tempo. Por que a vila foi abandonada também é um mistério. 

A agricultura apareceu na Mesopotâmia há mais de 10 mil anos e estava sendo usada na área que hoje é Israel — que faz fronteira com o Egito — há 7 mil anos.

Fonte:

As práticas médicas do Egito Antigo que são usadas até hoje

GETTY IMAGES. No Egito antigo, a medicina e a magia se misturavam em um conjunto de práticas.

A medicina no Egito Antigo estava inevitavelmente misturada com a magia. Na época, não havia uma linha clara que demarcasse os limites entre a ciência e a religião.

Com frequência, acreditava-se que as doenças haviam sido enviadas pelos deuses como uma espécie de castigo ou que eram espíritos maus que estavam no corpo da pessoa e tinham de ser expulsos por meio de rituais, feitiços e amuletos.

Mas tudo isso era conjugado com uma medicina bastante prática - e alguns dos métodos utilizados na época sobreviveram ao passar do tempo.

Ainda que suspeite-se que muito conhecimento tenha se perdido com infortúnios como o desaparecimento da Biblioteca Real de Alexandria, sabe-se que a rica cultura egípcia, que floresceu por mais de 3 mil anos antes de Cristo, era muito avançada.

Ainda assim, não deixa de ser surpreendente o que sabiam no campo da Medicina, como por exemplo:


Cirurgia

GETTY IMAGES. Mumificação permitiu aos egípcios antigos conhecerem a anatomia humana.

Os egípcios antigos aprenderam muito sobre a anatomia humana graças à tradição de mumificação. Ao preparar os mortos para sua viagem rumo ao além, podiam analisar as partes do corpo e associá-las com as doenças que a pessoa havia contraído em vida.

Isso permitiu que entendessem o suficiente do assunto para fazer cirurgias, sinais das quais podem ser encontrados nas múmias, desde a perfuração de crânios até a remoção de tumores.


Tratamentos dentários

GETTY IMAGES. Hesire, um alto funcionário do rei Djoser, era o chefe de dentistas e médicos em 2700 a.C.

Por mais que se esforçassem em limpar e moer bem os grãos para fazer farinha, restavam pequenos pedaços de pedras na comida, assim como um pouco de areia do deserto. Isso desgastava os dentes e podia levar ao surgimento de buracos e infecções.

No Papiro Ebers, um dos tratados médicos mais antigos conhecidos, há várias receitas de preenchimentos e bálsamos. Uma delas descreve como tratar um "dente que coça até a abertura da pele": uma parte de cominho, outra de resina de incenso e uma de fruta.

Algumas receitas incluíam mel, que é antiséptico. Em outros casos, simplesmente tapavam os buracos com linho.


Próteses

JON BODSWORTH. Próteses eram úteis tanto para os vivos quanto para os mortos

Os egípcios antigos precisavam de próteses tanto para os vivos quanto para os mortos - e talvez fossem até mais importantes para os mortos. Acreditava-se que, para enviar o corpo para o além, este deveria estar inteiro, daí a importância da mumificação e de completar o que faltasse antes da viagem final.

Mas também serviam para as pessoas vivas. A prótese de dedo na foto acima foi usada por uma mulher e é a mais antiga conhecida.


Circuncisão

GETTY IMAGES. Aparentemente, a circuncisão era feita quando o menino entrava na idade do 'uso da razão' (entre 8 e 11 anos).

A circuncisão é praticada ao longo da história por várias sociedades por razões médicas e/ou religiosas. No Egito Antigo, era bastante comum, tanto que o pênis não circuncidado era visto como algo curioso.

Há escritos descrevendo a fascinação dos soldados egípcios com os pênis dos povos líbios que haviam conquistado. Eles contam, com frequência, que essas pessoas eram levadas para casa pelos egípcios para que seus conhecidos pudessem ver suas partes íntimas.


Sistema médico controlado pelo governo

GETTY IMAGES. Manuais médicos registravam doenças e tratamentos.

O acesso ao cuidado médico era controlado de perto pelo governo no Egito Antigo. Havia institutos que treinavam os médicos, que eram educados segundo um currículo específico. Esses locais também recebiam pacientes e os tratavam.

Haviam manuais médicos, como o já mencionado Papiro Ebers, no quais eram registrados doenças e tratamentos. Além disso, há descrições de acampamentos médicos instalados próximos de canteiros de obras para atender os operários que sofriam acidentes.

Ainda há indícios de que, se o acidente ocorria no trabalho e a pessoa não podia trabalhar por causa disso, o operário recebia um pagamento durante o período de enfermidade.


Fonte:
https://www.bbc.com/portuguese/geral-40634202?fbclid=IwAR2tN7cDhnqTA3W5XbgaZ9txJSAegncUDqowi-6NzDOV1qpMbPvsCmybt2A

Reveladas imagens inéditas de múmias de 3 mil anos encontradas no Egito

TÚMULO DE THAW INKHETIF, COMO FOI IDENTIFICADA A ESPOSA DE UM SACERDOTE MUMIFICADA HÁ 3 MIL ANOS. (FOTO: TWITTER / MINISTÉRIO DE ANTIGUIDADES DO EGITO )

O Ministério de Antiguidades do Egito revelou novas imagens dos últimos no Vale dos Reis, próximo à cidade de Luxor, no Egito. Dois túmulos em perfeito estado de preservação que os arqueólogos acreditam se tratar de um sacerdote e sua esposa que viveram durante a 18ª Dinastia (de 1.550 a.C. a cerca de 1.300 a.C.).

TÚMULO DO SACERDOTE DA 18ª DINASTIA. (FOTO: TWITTER / MINISTÉRIO DE ANTIGUIDADES DO EGITO )


Os sarcófagos brilhantemente pintados, esculpidos pelos antigos egípcios para transportar os mortos para a vida após a morte, foram encontrados por arqueólogos franceses e locais. Frascos de cerâmica para órgãos como intestinos e pulmões, removidos durante o processo fúnebre, também foram localizados dentro da abóbada perdida.


MAIS DE MIL ESTÁTUAS FUNERÁRIAS FORAM ENCONTRADAS. (FOTO: TWITTER / MINISTÉRIO DE ANTIGUIDADES DO EGITO )




Mais de mil pequenas estátuas funerárias, e o túmulo com uma família inteira enterrada sem nenhum tipo de mumificação também foi revelado.

FAMÍLIA ENCONTRADA EM TÚMULO PRÓXIMO À CIDADE DE LUXOR. (FOTO: TWITTER / MINISTÉRIO DE ANTIGUIDADES DO EGITO)